10 coisas que aprendi tentando fazer o meu melhor!

Foi uma publicação que minha irmã  Luciane Borges fez no perfil de LinkedIn dela que me inspirou esse texto.
Em seu texto ela contava que um amigo lhe perguntou: ‘como você dá conta de tudo?’, e sua resposta foi “A verdade é que não dou conta de tudo.  E não me cobro por isso, nem fico me sentindo culpada.”

Quem me conhece sabe que considero fundamental meu empenho em fazer o melhor que eu posso, sempre, em tudo. Isso me ensinou muito:

  1. Aprendi que sempre, sem exceção, posso fazer o meu melhor – claro que isso é uma questão de escolha, e ainda que eu não domine um assunto ou que não tenha profundo conhecimento técnico para realizar uma ação perfeita, posso escolher fazer o meu melhor com as condições de que disponho neste momento.
  2. Aprendi que o meu melhor as vezes “parece” dar errado – isso acontece quando eu crio uma expectativa de resultado sem reconhecer meus limites e meus potenciais. Eu preciso me reconhecer profundamente pra entender que o meu melhor possui limites, mas não deu errado.
  3. Aprendi que o meu melhor depende dos outros – eu preciso, e todos nós precisamos, observar o melhor de cada um para termos um referencial, um modelo inspirador. À minha volta, todos os dias, posso ver milhares de pessoas que doam o seu melhor em suas ações, e me sinto medíocre por não tentar também.
  4. Aprendi que meu meu melhor não depende de ninguém – a decisão por fazer o meu melhor em cada ação, quer seja uma habilidade minha ou não, só depende de mim, e de mais ninguém.
  5. Aprendi que fazer o meu melhor, é o melhor que eu posso fazer pelo mundo – nunca importa o resultado de uma ação, nunca importa quem se beneficiará com esta ação, fazer o meu melhor é a única opção. Eu fico pensando, se o Sol, tô falando do astro Rei mesmo, que nos dá luz, vida e calor incessantemente, ficasse meio estressado com o cinismo da raça humana, e resolvesse passar mais tempo em suas redes sociais do que nos brindar com seu melhor calor e sua melhor luz à todo instante. Não estaria fazendo nada de mal pra gente, né? Mas por não dar o seu melhor, toda vida seria prejudicada, e não era essa a intenção do Sol.
  6. Aprendi que não dá para esperar o momento certo pra fazer o meu melhor – por que o momento certo é ‘AGORA’.  – Ah, mas eu queria estudar um pouco mais pra fazer meu melhor. – Certo. Faça o seu melhor enquanto estuda.
  7. Aprendi que nem todos estão a fim de fazer o seu melhor – mas isso não é problema meu. Eu tô afim e vou continuar fazendo o meu melhor, ainda que veja à minha volta, pessoas desleixadas, que se conformam em empurrar a vida com a barriga. Na lição 4 eu já aprendi que minha decisão depende só de mim.
  8. Aprendi que limites existem – e existem pra mim e para qualquer ser vivo. Então, não devo julgar nem a mim mesma e nem à ninguém por suas ações. E nem mesmo ( e muito menos) julgar alguém por escolher não dar o seu melhor. Isso precisa fazer sentido na vida da pessoa. ( Dá pra ver na ação, e não no resultado, quando alguém se esforça pra dar o seu melhor)
  9. Aprendi que posso sempre continuar melhorando – isso é como andar de bicicleta: comecei com meu pai e minha mãe me ajudando, em bicicleta com rodinhas, e um dia, estava tirando as mãos do guidão. Sempre que faço o meu melhor abro caminho para me aprimorar, evoluir, e me tornar ainda melhor.
  10. Aprendi por fim, que jamais serei melhor que alguém – e esta foi a mais significativa lição. Meu melhor de hoje é baseado no melhor que eu fiz ontem. A filosofia de vida que escolhi seguir, me ensina que cada um de nós é dotado de capacidades e dons únicos, por que somos um fragmento da mente Divina se expressando. Cada fragmento revela um potencial da mente Divina. Não somos e jamais seremos iguais ou comparáveis. Meu melhor só pode ser comparado com o melhor que eu fiz ontem.

E hoje, eu aprendi que tem mais de 10 coisas pra listar neste aprendizado. Por que eu também aprendi que fazer o meu melhor pode ser traduzido por ‘ter a consciência tranquila’, e que quando escolho fazer o meu melhor, o mundo me parece mais harmonioso.

Por fim, parafraseando minha irmã, “não me cobro por isso, e nem fico me sinto culpada”  ao final do dia, quando me entreguei de alma para chegar ao meu melhor. Se parece ter dado errado, pode ter certeza de que é apenas uma ilusão definida por um padrão mental humano que quer me desencorajar. Encaro isso como um grande desafio…e adoro desafios!

Compartilhar:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *